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Origem:

O açafrão-da-terra, conhecido também como cúrcuma, é uma planta herbácea da família do gengibre (Zingiberaceae), originária da Ásia. Dela se obtém uma especiaria homônima que é o principal componente do tempero do curry.

Forma de uso:

O açafrão-da-terra em pó pode ser consumido com condimento e também colorante. Seu paladar é dominante então maneire na quantidade para não ofuscar outros ingredientes.

 

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Origem

O pólen (do grego "pales" = "farinha" ou "pó") é o conjunto dos minúsculos grãos produzidos pelas flores das angiospermas. É a principal fonte proteica da abelha, o néctar é a fonte de carboidratos e o pólen é a fonte de proteínas, minerais e lipídeos.

Forma de uso:

Pode ser consumido com frutas, vitaminas, granolas e iogurtes pois seu sabor é um pouco adocicado.

 

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Origem:

O urucum é o fruto do urucuzeiro ou urucueiro (Bixa orellana), nativa na América tropical. Seus frutos são cápsulas armadas por espinhos maleáveis, que se tornam vermelhas quando ficam maduras. Então se abrem e revelam pequenas sementes dispostas em série.

Forma de uso:

O urucum em pó pode ser consumido como condimento e também colorante. É apreciado pela quase ausência de sabor e por não apresentar os efeitos prejudiciais dos corantes artificiais.

 

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Origem

O mel é um alimento, geralmente encontrado em estado líquido viscoso e açucarado, que é produzido pelas abelhas a partir do néctar recolhido de flores e processado pelas enzimas digestivas desses insetos. A sua cor e sabor estão diretamente relacionadas com a predominância da florada utilizada para a sua produção. Os méis de coloração clara apresentam sabor e aroma mais suaves, no entanto, os méis de coloração escura são mais nutritivos, ricos em proteínas e sais minerais.

Forma de uso:

O mel de abelhas pode ser utilizado como adoçante natural, puro (in natura), em frutas, sucos, pães e chás. 

 

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Origem:

Mandioca, aipim ou macaxeira é o nome pelo qual é conhecida a espécie comestível e mais largamente difundida do gênero Manihot, composto por diversas variedades de raízes comestíveis, um alimento nativo da América do Sul. A raiz tuberosa da mandioca é consumida na forma de farinhas, da qual se faz a farinha de mandioca e tapioca.

Forma de uso:  

A farinha de mandioca pode ser polvilhada com qualquer tipo de refeição, ela pode ser fina ou pouco mais grossa dependendo da região,  usada no preparo de pirão, farofa, bolos, pães e pratos típicos como feirão tropeiro e tutu de feijão.

 

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Origem:

O açúcar mascavo é obtido do caldo-da-cana-de açúcar, espécie de gramíneas perenes altas do gênero Saccharum, nativas das regiões tropicais do sul da Ásia e da Melanésia, por ter a ausência do processo de clareamento, o açúcar mascavo permanece com suas características nutricionais, sua coloração marrom ou dourada  é devido à presença de melaço, considerado um açúcar mole não refinado com sabor bem marcante de melado de cana.

Forma de uso:

O açúcar mascavo pode ser utilizado para adoçar qualquer alimento ou receita em que o açúcar branco normalmente é usado. É comum, inclusive, que o mascavo faça parte da composição de barras de cereais.

 

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Origem:

O baruzeiro (Dipteryx alata), é uma árvore da família das leguminosas, nativo da vegetação do cerrado brasileiro e das faixas de transição da Mata Atlântica para o cerrado. Está ameaçada de extinção devido a destruição de seu bioma nativo ocupado pela expansão agrícola e corte devido a sua excelente madeira. O fruto (baru) é um legume lenhoso, castanho com uma única amêndoa comestível, que amadurece de setembro a outubro. Animais silvestres e o gado consomem a polpa aromática do fruto, assim como seres humanos, in natura ou como geleia.

Forma de uso:

A castanha de baru apresenta um sabor agradável e menos acentuado que o do amendoim, podendo ser consumida torrada como aperitivo, em receitas para a produção de barras de cerais, bolos, cookies, pesto entre outros. 

 

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